A jornada é o caminho

Meditar foi uma das coisas mais diferentes e esquisitas que eu já fiz. Comecei meditando com 5 minutos, apesar da maioria das pessoas falarem que o ideal seria começar com 10 minutos. E com o passar dos dias comecei a me acostumar a meditar, reservar alguns minutos do meu dia para ficar em silêncio. Os pensamentos vinham à minha cabeça mas eu tentava não acompanhá-los, tentava não alimentar os pensamentos, colocando mais informações nele, porém, sempre me distraía e quando percebia, estava visualizando eu na cozinha preparando o almoço do dia seguinte; rapidamente voltava a respirar fundo e prestar atenção a ela. Eu estava determina à conseguir ser, ter e fazer tudo que quisesse, então eu me dediquei a meditar, a respirar observando o ar entrando e saindo dos meus pulmões sem pensar em nada, mas eu não enxergava lógica nisso: como eu ganharia na loteria apenas respirando e esvaziando a mente? Ainda sim, eu insistia em meditar. Os dias se passando e eu fui aumentando gradativamente o tempo de meditação chegando à 10 minutos diários, porém ainda ansiosa e cheia de dúvidas. Me senti bastante confusa pois, aprendi durante a minha vida que eu sou um agente de mudança e que eu tinha que agir, me movimentar com a finalidade de alcançar algo. Os dias se passando e nada acontecia... Quando eu me dava conta disso, a ansiedade apertava meu coração com força e como forma de amenizar esta sensação desagradável, eu relia alguns trechos dos livros dos Abraham Hicks; logo, a chama da confiança se acendia em meu coração.

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